A pedra se bate com os ratos na carcerária
Que escancaram uma podridão multicintilante
Transborda de lucidez na luz que lhe é precária
Uma porta de entrada para o busto do amante
Vos diz em silêncio em póstuma mortalha:
- A pedra me é encanto numa lasca ambulante!
Nisso, faz gemer os incautos, incultos canalhas
Que deixam de sê-lo num primeiro instante
Por puro egoísmo, do egoísmo burro que calha
A pensar que a vantagem do alheio é alheia a si
E desponta a margem no rebanho da migalha
Papagaios amestrados ignorando a falha
Dum bem maior que perpassa sua psi
Inocentes ou putrefatos, eis a massa petralha.
Recife, 25 de agosto de 2010
João vs Sinópticos: Episódios recontados
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